Benchmarking de Indicadores Laboratoriais

Programa de Benchmarking e Indicadores Laboratoriais (PBIL)
INDICADORES QUE PROMOVEM RESULTADOS

O Programa de Benchmarking de Indicadores Laboratoriais (PBIL) auxilia na redução de custos e promove o aumento da eficiência e produtividade

Como ajuda no dia a dia do laboratório?​

O PBIL é uma solução para gestão laboratorial que promove informações para decisões mais assertivas. A ferramenta melhora os processos, aprimora desempenhos, identifica novas oportunidades e mantém a organização sustentável.

As informações geradas pelo programa estimulam os decisores a terem uma visão ampliada dos resultados alcançados para o aprimoramento do desempenho e a sustentabilidade do laboratório.

O Programa foi desenvolvido em associação com a SBPC/ML – Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, parceira da Controllab desde 1977.

Evidências concretas do desempenho do processo frente ao mercado​

Ao participar do PBIL, o laboratório identifica se os esforços e estratégias aplicados nos processos estão competitivos frente aos seus pares, baseado em evidências concretas. Essas evidências ajudam na redução de custos, aumentam a eficiência e a produtividade.

Isso porque o programa utiliza indicadores potencializados com o Benchmarking para medir e comparar a performance do laboratório com o desempenho do mercado.

pbil

Dados analisados com imparcialidade e segurança

Os indicadores contemplados no PBIL são correlacionados em todas as áreas, proporcionando uma visão global e sistêmica do processo.

Os dados informados no programa são analisados por uma equipe multidisciplinar (incluindo estatísticos) na Controllab, que atua como uma empresa de terceira parte, conferindo imparcialidade e sigilo aos dados informados.

A Controllab segue um código de conduta ética & compliance integrado às leis nacionais e internacionais para a proteção geral dos dados. O programa dispõe de manual e descritivo detalhado para a confiabilidade e a padronização das informações.

historico rastreamento

Histórico e rastreamento para a obtenção de certificações e acreditações

A rastreabilidade no sistema do PBIL favorece a transparência para acreditações como ISO 15189, CAP, PALC, DICQ e outros, que requerem a demonstração de evidências objetivas que comprovem e auxiliem o planejamento, o monitoramento e a avaliação de desempenho dos processos.

Avalie se os seus processos laboratoriais são executados de forma competitiva

No Programa de Benchmarking de Indicadores Laboratoriais, o laboratório tem a chance de se comparar com seus pares e ver se as ações tomadas ao longo do tempo estão significativas frente ao mercado.

imagem pbil

Programa de Benchmarking que colabora com o aprimoramento do setor

Ao participar, o laboratório aperfeiçoa o monitoramento de indicadores e há maior efetividade na gestão, ampliando o nível de segurança para gestores, profissionais de saúde e pacientes.

A SBPC/ML e a Controllab, em parceria no Programa de Benchmarking de Indicadores Laboratorial, são entidades colaboradoras no QUALISS – Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços de Saúde da ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Escopo de indicadores
amplo e abrangente

Indicadores harmonizados internacionalmente e alinhados com o IFCC

Configuração de metas para alcançar os objetivos determinados

Grupo Consultivo de Especialistas atuantes no acompanhamento do programa

Comparação entre redes
(apoio ou marcas)

Integração com provedores de LIS para simplificar a coleta de dados

Perfis dos laboratórios participantes

Alguns números comprovam a heterogeneidade entre os laboratórios, contribuindo para um robusto Programa de Benchmarking.

70 %
são laboratórios que realizam mais de 50.000/mês
86 %
atendem à rede privada de saúde
14 %
atendem à rede pública de saúde
69 %
são laboratórios independentes
31 %
são laboratórios sediados em hospital ou banco de sangue

+250

Laboratórios
inscritos

65

Laboratórios
internacionais
bg mapa pbil

Aliado em momentos de gestão de crise

Em tempos de gestão de crise, como a provocada pela pandemia da Covid-19, o Programa de Benchemarking de Indicadores Laboratoriais (PBIL) se torna um aliado aos gestores.

Para manter os processos confiáveis, evitar impactos na qualidade dos resultados e proteger a reputação das instituições, os dados obtidos no PBIL foram fundamentais para nortear a decisão dos gestores. Ter a mensuração e conhecimento das fragilidades e pontos fortes do laboratório, foram fatores determinantes para as decisões ágeis, em meio a cenários de incertezas.

P

Funcionamento do programa

Mensalmente os laboratórios recebem o Benchmarking a partir dos dados reportados ou obtidos diretamente do Sistema de Informação Laboratorial (LIS).

Ao inscrever-se, o laboratório recebe uma senha para acesso ao Sistema Online no site Controllab.

Qualidade e sustentabilidade para o laboratório

PARCERIAS COM EMPRESAS DE LIS

As empresas desenvolvedoras de LIS integram os sistemas laboratoriais ao PBIL para reduzir a complexidade do levantamento de dados e melhorar o acesso às informações, promovendo mais agilidade nos processos e confiabilidade nas informações disponibilizadas em tempo real para a tomada de decisão.

VEJA OS BENEFÍCIOS DA INTEGRAÇÃO DO LIS COM O PBIL
Permite

focar na análise dos resultados do benchmarking

Promove

confiabilidade
nos dados

Contribui

na redução de falhas na coleta de dados

Reduz

o tempo no monitoramento dos dados brutos

PARCEIROS DO PBIL

Algumas empresas desenvolvedoras, além de integrar o LIS, promovem os indicadores em seus sistemas para contribuir com a sustentabilidade do laboratório.

Confidentia
"Vemos a integração do sistema do laboratório ao PBIL como uma grande possibilidade para que os menores laboratórios possam ter acesso facilitado a indicadores, já que eles têm mais dificuldade de investimento".
Paulo Alexandre Simões Diretor Operacional - Confidentia
Karyon
"O maior benefício alcançado pela Karyon foi o de proporcionar aos nossos clientes uma análise comparativa de eficiência do laboratório nesse mercado cada vez mais competitivo".
Durval Belém Diretor Comercial - Karyon
Pixeon
"Sempre que podemos fornecer soluções que contribuem para o desenvolvimento do setor laboratorial, através da nossa especialidade, sabemos que estamos no caminho certo! Estamos felizes com os resultados, pois, além do grande benefício para o setor de Medicina Diagnóstica, contamos com o compromisso desses parceiros em todos os momentos!”.
Silvia Yano Gerente de Marketing - Matrix.
Pixeon
"O acesso a informação e o poder de facilitar a tomada de decisão bem embasada é o maior valor viabilizado pela nossa parceria".
Armando Buchina CEO - Pixeon
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Gestão de Recursos

  • Índice de manutenção corretiva
  • Tempo médio entre falhas: Equipamentos de bioquímica (MTBF)
  • Despesa com pessoal
  • Distribuição de despesas: Área física e recursos, Secundárias, Equipamentos, Materiais, Pessoal, Serviços e Transporte
  • Glosa geral e por operadora
  • Absenteísmo
  • Horas trabalhadas por funcionário
  • Produtividade pessoal: Geral, Anatomia Patológica e Citopatologia, Faturamento, Recepção, Recepcionista, Técnica, Coletador próprio e franqueado
  • Rotatividade: Geral e Recepção
  • Treinamento: Cumprimento de carga de treinamento prevista, Eventos de capacitação, Horas de treinamento externa e interna
  • Eficiência do LIS: Episódios e Tempos de queda de sistema e Efetividade de liberação de resultados por auto verificação
  • Gestão Organizacional

  • Manifestações de clientes recebidas e respondidas
  • Satisfação de clientes: Pessoa Física e de médicos
  • Net Promoter Score (NPS)
  • Participação em pesquisa de Net Promoter Score (NPS)
  • Indicadores de Processos

  • Erro de armazenamento: Armazenamento incorreto antes da análise
  • Erro de transporte: amostras transportadas em temperatura incorreta, amostras com tempo excessivo de transporte, amostras avariadas durante o transporte e amostra não recebida
  • Erro de coleta: Recipiente Incorreto, Volume Insuficiente, Proporção Incorreta do Volume de Amostra/Anticoagulante, Amostra Incorreta
  • Amostras Coaguladas
  • Contaminação: Amostras da microbiologia, Amostras de hemocultura e Amostras de urocultura
  • Hemólise: Amostras em geral e na área de bioquímica
  • Amostras com menos de 2 identificadores relacionados ao paciente
  • Amostras com erro na identificação do paciente
  • Amostras não identificadas
  • Requisições com erro na identificação do paciente
  • Exames incorretamente adicionados e que não estavam na requisição médica: Pacientes não internados e internados
  • Exames não cadastrados: Pacientes não internados e internados
  • Nome incorreto do exame: Pacientes não internados e internados
  • Coleta em tempo inapropriado
  • Requisições médicas inapropriadas relacionadas a questões clínicas informadas: Pacientes não internados e internados
  • Requisições médicas sem questões clínicas: Pacientes não internados
  • Requisições médicas não inteligíveis: Pacientes não internados e internados
  • TAT Fase pré-analítica (por exame)
  • Erros de transcrição de resultados por falha do LIS
  • Erros em transcrição manual de resultados
  • Ensaio de Proficiência: Desempenho inadequado relacionado a causa previamente tratada
  • Ensaio de Proficiência: Desempenho inadequado
  • Controle Interno: Testes com resultados fora das especificações
  • Controle Interno: EA por Exame, EA por Exame/Equipamento e EA por Reagente/Lote
  • Produção técnica por exame e por equipamento
  • Tubos coletados por paciente: Geral e estratificado por tipo de tubo
  • Exames por tubo: Geral e estratificado por tipo de tubo
  • TAT Fase analítica (por exame)
  • Laudos não acessados
  • Índice de comentários interpretativos em laudo
  • Laudos Incorretos
  • Insucesso na comunicação de resultados críticos
  • Comunicação de resultados críticos com atraso: Pacientes não internados e internados
  • Tempo médio para comunicação de resultados críticos: Pacientes não internados e internados
  • Atraso de resultados: Paciente não internados
  • TAT Percentil 90: INR, Potássio, Troponina e WBC
  • TAT Global (por exame)
  • TAT Fase pós analítica (por exame)
  • Recoleta: Geral e estratificada, Pacientes não internados e internados
  • Resultados incorretos liberados
  • Acidente com perfurocortante
  • Acidente de trabalho: Geral
  • Indicadores Demográficos

  • Entrega de laudo: Por e-mail, por web, no domicílio, por telefone ou fax e retirado no laboratório
  • Exames por paciente Geral e estratificado por público, particular e convênio
  • Públicos atendidos, Pacientes não internados e internados
  • Sistemática de coleta: Pacientes próprios, de terceiros e de franquia
  • Terceirização
  • Ticket médio
  • Volume de exames: Particular, operadora, rede pública e cortesia
  • Como interpretar o resultado no gráfico Box plot?

    Para formar o Box plot, todos os dados enviados são ordenados em ordem crescente e os quartis são definidos da seguinte forma: o segundo quartil, que representa a mediana (50% dos dados) é onde se encontra o dado central, ou seja, há metade dos resultados que são inferiores e outra metade que são superiores a este. Com a metade dos dados inferiores, é feito o mesmo procedimento, ou seja, o elemento central representa o primeiro quartil (25% dos dados) e o mesmo ocorre com os dados superiores, definindo-se assim o terceiro quartil (75% dos dados).

    Junto a cada gráfico, há uma tabela com o número de participantes que contribuíram para a construção do gráfico, a mediana, 1º e 3º quartis e os valores mínimo e máximo, conforme a segmentação adotada.

    O posicionamento do laboratório frente ao mercado é sinalizado no gráfico Box plot com um círculo vermelho.

    Ao analisar o gráfico, é importante verificar inicialmente onde o seu resultado se encontra e definir internamente se é necessário tomar alguma ação interna para melhoria desse resultado. Se seu resultado for um outlier (muito diferente dos demais), é importante conferir os dados fornecidos para ter certeza de que não houve erro de reporte de dados.

    acesso ao sitema

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    PRM 0009

    Acreditação Cgcre/Inmetro - Produtor de Material de Referência Certificado

    A Controllab é acreditada como Produtor de Material de Referência Certificado (MRC) desde 2016 pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE), do Inmetro, sob o n.º PMR 0009. A avaliação dessa conformidade é realizada conforme os requisitos estabelecidos nas normas ABNT NBR ISO 17034 e Inmetro, garantindo assim a competência para a produção dos MRC, conforme Escopo de Acreditação.

    Esta acreditação atesta a competência técnica da Controllab em produzir MRC, conforme requisitos internacionais e a habilita para ser reconhecida em outros países, conforme acordos de reconhecimento mútuo, estreitando as barreiras técnicas entre o Brasil e os outros países dos Continentes.

    CAL 0214

    Acreditação Cgcre/Inmetro - Laboratório de Calibração

    Em dezembro de 2002, o Laboratório de Calibração foi acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Inmetro. Com esse reconhecimento, tornou-se parte integrante da rede brasileira de laboratórios acreditados, sob o nº214. Desde então, é avaliado periodicamente para a manutenção e/ou extensão da acreditação.

    O selo do Inmetro atesta competência técnica, credibilidade e capacidade operacional da Controllab para os serviços de calibração, conforme requisitos da ABNT NBR ISO/IEC 17025.

    PEP 0003

    Acreditação Cgcre/Inmetro - Laboratório de Controle

    Em setembro de 2011, a Controllab foi acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Inmetro como provedor de ensaio de proficiência, sob o nºPEP0003. Inicialmente dentro de um projeto piloto do Inmetro, esta acreditação baseou-se na ILAC G13: 2007 e incluiu diversos ensaios clínicos e de hemoterapia. Nas avaliações periódicas desta acreditação novos segmentos e ensaios são incluídos e a avaliação passa a ser conduzida segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17043.

    Esta acreditação atesta a competência técnica da Controllab em desenvolver e conduzir ensaios de proficiência conforme requisitos internacionais e a habilita reconhecida em outros países, conforme acordos de reconhecimento mútuo firmados pelo Brasil no Mercosul, Américas e Europa.