A “saúde” dos laboratórios na era da globalização

A “saúde” dos laboratórios na era da globalização

Vivemos numa sociedade onde as pessoas se alimentam, se vestem, se comunicam, se divertem por meio de bens e serviços produzidos pelo capitalismo mundial, globalizado. E como a globalização é um processo irreversível, capaz de afetar, de variadas formas, todos os setores da economia, a questão que se coloca nesses tempos modernos é: como identificar e aproveitar as oportunidades que estão surgindo de uma economia internacional cada vez mais integrada?
Esta regra também se aplica à área de saúde, especificamente ao mercado de laboratórios clínicos brasileiros, que, desde o final da década de 90, vêm passando por mudanças significativas, culminando com processos de fusão, aquisição e parcerias.

O tema é abordado no livro “Globalização na Área de Saúde”, de Rogério Cavalcanti, lançado recentemente pela editora Qualitymark, que apresenta um estudo sobre esses processos em laboratórios clínicos e os efeitos da globalização.

Rogério é biomédico, especialista em bioquímica, e há quase 20 anos atua na área de Análises Clínicas, promovendo também treinamentos motivacionais para empresas, com foco na preservação do capital intelectual das organizações.

“As fusões e aquisições dos laboratórios no Brasil ainda estão começando. São processos complexos, assim como o setor de saúde, onde a gestão de pessoas é, sem dúvida, o ponto mais relevante”, comenta.

Em entrevista ao Qualifique, que você confere nas páginas 2 e 3, Rogério fala de algumas situações abordadas no livro e dá dicas práticas para os laboratórios que pretendem investir em gestão empresarial.

Da bancada manual ao gigabyte

Em 2001, quando Rogério Cavalcanti concluiu o MBA em Gerência de Saúde, decidiu transformar seu trabalho de conclusão de curso em um livro que apresentasse um pano-rama do mercado de saúde brasileiro e dicas sobre gestão de pessoas. Durante sua elaboração, pôde vivenciar in loco alguns processos de fusão e aquisição de laboratórios.

Quando e como começou o movimento de fusões e aquisições no mercado brasileiro de análises clínicas?
Esse movimento já acontecia nos EUA e na Europa há muito tempo, mas no Brasil, somente teve início em 1998, quando os fabricantes internacionais de materiais para laboratórios começaram a desenvolver parcerias na área diagnóstica de suas corporações. Após as fusões desses fornecedores, o processo se estendeu para os laboratórios clínicos, a partir de 1999, e continua acontecendo até hoje.

O que motivou essa globalização?
Sem dúvida, aquilo que impulsiona todos os setores da economia: trabalhar em grande escala, a um custo reduzido, atendendo no prazo e com qualidade. As fusões e aquisições começaram a ocorrer com as empresas fabricantes de insumos na área diagnóstica, principalmente, para que, com a diversificação de seu portfolio, passassem a comercializar equipamentos de áreas como bioquímica, imunologia e hormônios, dentre outras, ampliando a penetração no mercado e o poder de negociação com os fornecedores e clientes.

Laboratórios pequenos têm que terceirizar exames, devido à baixa demanda e ao custo elevado para realização, mas o cliente hoje exige rapidez na entrega, o que, na maioria das vezes, só é possível com um laboratório de apoio. Quanto maior o número de exames, maior a facilidade de reduzir custos. Assim, os laboratórios têm a necessidade crescente de se juntarem para serem competitivos. Toda parceria envolve injeção de capital, que gera compra de equipamentos mais modernos, para agilizar o trabalho e tornar possível diversificar o menu de exames. Essa é uma tendência em todos os segmentos da economia. No que se refere a globalização e seus efeitos, o segmento de Saúde foi um dos últimos a serem afetados.

Qual a reação inicial dos laboratórios a essa tendência?
Cada laboratório teve sua reação, mas a maioria tenta algum tipo de sociedade ou parceria para garantir uma posição competitiva no mercado.

Como um dos propósitos é reduzir custos, a compra de materiais em maior volume possibilita aumentar o poder de barganha e melhorar preços unitários. Quando laboratórios compram outros ou se associam, compartilham a mesma unidade técnica. Com isso, aumentam a demanda e obtêm melhores custos de compras. Estas são algumas das soluções adotadas hoje no Brasil.

De um modo geral, como se comportou o mercado a partir dessas mudanças?
Primeiramente, o mercado encolheu. No Rio de Janeiro, por exemplo, existem hoje menos laboratórios porque a maioria dos considerados de grande porte se fundiu. E isso afeta tanto os profissionais de saúde como os fornecedores, que, antigamente, vendiam produtos para vários laboratórios e viram reduzido seu número de clientes. Mas o mercado também ganhou uma nova dinâmica financeira, pois, ao reduzir custo e com o capital entrando através de fusão ou abertura do capital na bolsa de valores, as empresas ganham fôlego para investir, automatizar e aumentar a escala, atendendo mais clientes.

Qual o papel dos bancos nessas operações?
Alguns bancos utilizam os fundos de private equity*, visando, a longo prazo, crescimento e maximização de valor para os cotistas. Isto é feito com a aquisição do controle societário dessas empresas, principalmente as familiares, profissionalizando a gestão e fornecendo capital e assessoria estratégica. Posteriormente, com a venda das empresas de seu portfolio, os fundos pretendem obter uma significativa taxa de retorno sobre o capital investido.

Por que estão investindo no Brasil?
Com o tamanho da economia brasileira, a melhora significativa da estrutura macroeconômica do país e os constantes esforços para um crescimento sólido e sustentável, nosso mercado oferece oportunidades atraentes de investimento para bancos e empresas internacionais.

O que os laboratórios pequenos e familiares devem fazer para se manterem no mercado?
Procurar sempre melhorar a qualidade dos processos. Hoje os laboratórios têm acesso, por um custo menor, a equipamentos para quase todos os segmentos. Se não quiserem – ou não puderem – investir em equipamentos de automação, que invistam na melhoria da qualidade, através de uma maior capacitação do pessoal técnico-operacional, para se manterem competitivos. Isto significa, principalmente, investir em cursos e treinamentos, pois é o funcionário quem vai dar visibilidade à empresa. Atualmente, muito se fala que “o maior ativo de uma empresa é o capital intelectual da organização” (ou seja, as pessoas), mas pouco se faz a respeito.

Quais as maiores dificuldades para esses grupos?
Eu acho que a maior dificuldade é justamente ter um controle de custo efetivo, de modo a oferecer um preço competitivo, sem perder a qualidade.

No Brasil, principalmente em empresas familiares, não há a cultura de controlar custos, o que hoje é perfeitamente possível, pois existem modelos eficientes e bem conhecidos pelo mercado para auxiliar os laboratórios a realizarem esse controle.

Como um laboratório pode avaliar se deve permanecer no mercado ou se é mais vantajoso associar-se ou vender a empresa?
O dono do laboratório tem que estar informado sobre o que acontece no mercado e na sua empresa. Por exemplo: o dr. Mario Bronstein, que não tinha filho da área médica para dar continuidade à sua empresa, avaliou o cenário na época, as vantagens e desvantagens, as dificuldades futuras, e preferiu vendê-la. Hoje, a marca Bronstein pertence a um grupo que é o 6º maior laboratório do mundo. Outro exemplo é o do Grupo NKB, que nasceu da fusão de quatro laboratórios (JS, Braz Maiolino, Roseli e Helion Póvoa) e continua se expandindo com a aquisição de outros laboratórios. Em Belo Horizonte, a Lab-Rede, constituída pela união de vários laboratórios de médio e pequeno portes para reduzir seus custos de produção, montou um laboratório de apoio com identidade distinta. Para cada caso, há uma situação específica.

Existe um modelo ideal de gestão?
Sim: aquele que gera os melhores resultados. Pessoas competentes e líderes na essência devem ser os principais atores na efetivação desses processos. O ideal é acompanhar as tendências, analisar a concorrência, o mercado, os convênios de saúde, alterações na legislação vigente, e freqüentar os diversos fóruns da área de gestão. Costumo assistir a fóruns voltados para gestão empresarial e raramente vejo profissionais da área de laboratórios clínicos. Fomos preparados para ficar na bancada realizando exames e implantando novas técnicas, mas esses treinamentos dão uma visão do que acontece no mercado, tendências futuras, erros e acertos de outras empresas, independente do segmento de atuação. É importante ter a visão de futuro, prevenindo problemas que podem afetar a empresa.

Em 29 de julho de 2005, entrou em vigor a Portaria Nº 34/SVS/MS, que regulamenta o uso dos testes rápidos para o diagnóstico da infecção pelo HIV. Resultado de uma extensa discussão com diversos segmentos da comunidade científica e instituições governamentais, representa a efetiva aplicação prática de uma criteriosa avaliação de desempenho dos referidos testes, promovida pelo Ministério da Saúde em cooperação com o Centers for Disease Control and Prevention, dos Estados Unidos da América.

Segundo Cristine Ferreira, Assessora Técnica do Programa Nacional de DST/Aids, a Portaria, que complementa a de nº 59/GM/MS, de 28 de janeiro de 2003, não altera qualquer conduta a ser adotada pelos laboratórios clínicos e unidades hemoterápicas no país. “Seu objetivo é regulamentar uma nova estratégia para ampliação do acesso ao diagnóstico da infecção pelo HIV em situações especiais: nos locais de difícil acesso e nas maternidades, em parturientes que não tenham sido testadas para o anti-HIV, durante o pré-natal”, explica.

Entendem-se por locais de difícil acesso aquelas regiões que não dispõem de uma rede de serviços de saúde – aí incluídos os laboratórios – que permita o atendimento eficiente e integral da demanda existente, dificultando, com isso, a assistência à saúde da população. Na região Norte, por exemplo, várias comunidades vivem em locais muito distantes dos pólos de saúde, freqüentemente na margem dos rios, ou no interior da extensa floresta tropical.
Em locais com essas características, o mais adequado é a utilização do teste rápido para possibilitar o acesso da população ao diagnóstico, promovendo a pronta assistência a pacientes identificados como portadores da infecção pelo HIV. Adicionalmente, os dados obtidos podem fortalecer o monitoramento da interiorização da epidemia no país, reforçando a necessidade de implementar ações de prevenção nesses locais.

É importante enfatizar que cabe exclusivamente ao Ministério da Saúde implantar os testes rápidos nos serviços de saúde que considerar pertinentes e de acordo com um cronograma de implantação a ser definido, bem como a distribuição dos insumos”, comenta Cristine. “Os testes rápidos para o diagnóstico da infecção pelo HIV devem ser realizados, exclusivamente, por profissionais de saúde capacitados, segundo programa de treinamento definido pelo Ministério da Saúde.

Vale lembrar…

No Brasil, o diagnóstico da infecção pelo HIV é regulamentado pela Portaria Nº 59/GM/MS, de 28 de janeiro de 2003, que dispõe sobre um conjunto de testes que devem ser realizados de forma seqüenciada e obrigatoriamente pelos laboratórios públicos, privados e conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a portaria, os laboratórios devem realizar os testes denominados Elisa em uma etapa denominada de triagem, e a imunofluorescência indireta, imunoblot ou western blot na etapa de confirmação sorológica.

A Portaria Nº 488, de 17 de junho de 1998, regulamenta a triagem sorológica de bolsas de sangue nas unidades hemoterápicas, públicas e privadas do país, incluindo-se os testes que devem ser realizados para a detecção de anticorpos anti-HIV. Nesse caso, cabe ressaltar que não se trata do diagnóstico da infecção, mas sim do conjunto de testes ou procedimentos que devem ser realizados para garantir a qualidade do sangue a ser transfundido.

Cristine Ferreira
cristinef@aids.gov.br

O colorido das flores entremeia o verde das árvores, muitas delas carregadas de frutas, que, por sua vez, servem de alimento para várias espécies de animais criados naquele enorme quintal, onde sempre cabe mais um.

Você deve estar pensando: isto é que é biodiversidade! E tem razão. Na casa de Luiz Eduardo e Ana Dirce, médicos patologistas proprietários do IPC – Laboratório Médico, de Maceió, todo dia é dia de feira, de chá, de salada.
É nessa mini-floresta particular, localizada na região norte da capital alagoana, que eles cultivam, há 25 anos – desde que se casaram – vários tipos de hortaliças, árvores frutíferas, helicônias e bromélias.

A paixão de Luiz Eduardo pela natureza foi despertada no primeiro instante em que comprou a casa. “Era um terreno muito grande, que tinha apenas um pé de goiaba. Comecei a plantar cana de açúcar, caju, manga, pitanga, maracujás exóticos e várias outras árvores. Minha dedicação é tanta que todas crescem e frutificam. Exceto quando o clima daqui de Alagoas não permite, mas, mesmo assim, eu sempre tento plantar uma muda nova”, conta.

Ele não grava o nome científico das plantas, mas para conseguir uma muda nova que o agrada visualmente, já fez várias estripulias. “Quando viajo de carro, sempre procuro no caminho uma planta diferente. Certa vez, em Florianópolis, eu vi uma flor lindíssima. Não pensei duas vezes: inventei uma avó doente, que precisava tomar o chá feito com a tal flor, e ganhei uma muda. Só não consegui ainda criar vitória-régia. Cheguei a construir um laguinho, onde tenho muitas outras plantas aquáticas, mas ela não foi adiante. Vou continuar tentando”.

Essa imensa variedade de flores ultrapassa os jardins da casa para ajudar a enfeitar o laboratório. “Alguns clientes gostam tanto, que pedem mudas; e eu sinto o maior prazer em atendê-los. Até o chá que servimos no laboratório é extraído das ervas e especiarias que cultivamos, com carinho, e sem agrotóxicos”, orgulha-se.

Os três filhos curtem muito a vida naturalista da família. A caçula, inclusive, está cursando faculdade de Biologia, possivelmente influenciada pela rotina ecologicamente correta da casa, que também abriga cães, pássaros, peixes e tantos outros animais que ali couberem.

Luiz ainda adquiriu uma fazenda, no interior do estado, só para preservar aquele pedaço de mata atlântica, tão desmatada em todo o país. “Eu costumo dizer que minha casa é o paraíso. Quando eu entro lá, esqueço de tudo. E enquanto eu puder fazer algo para preservar essa natureza que me faz tão bem, não medirei esforços”.

Brasil: em se plantando, quase tudo dá.
A maior parte das árvores frutíferas que conhecemos não é formada de espécies nativas. A banana, fruto existente em abundância nos solos brasileiros, tem sua origem na Ásia, assim como a laranja, a manga e o coco. O café, outro campeão de audiência, surgiu na África; maçã e morango, na Europa; e o abacaxi, na América Central.

Existem muitas outras frutas que não são comestíveis para o ser humano, porém muito apreciadas por animais. As árvores papagaio, pombeira e cotieira, por exemplo, têm seus nomes derivados das espécies que mais as procuram para se alimentarem de seus frutos.

Dentre as espécies nativas frutíferas mais conhecidas, podemos citar: araçá, cajá, caju, fruta do conde, gabiroba, goiaba, ingá, jabuticaba, jatobá, pequi, pitanga, pitomba, sapucaia e umbu.

Se você quer saber mais sobre a grande diversidade de árvores frutíferas cultivadas no Brasil, suas características e origem, existem alguns sites interessantes. Vale a pena consultar: www.arvores.cjb.net, www.todafruta.com.br

A Controllab parabeniza seu assessor técnico, o médico patologista Jorge Luiz Mello Sampaio, especialista em Microbiologia e Infectologia, pela conclusão de sua tese de doutorado “Performance de Três Métodos de Tipagem na Avaliação da Similaridade genética de isolados do Grupo Mycobacterium chelonae-abscessus”.

Sua opinião faz toda a diferença
Anualmente, os clientes Controllab participam da pesquisa de satisfação, com o propósito de avaliar seus serviços, apontando sugestões e críticas, como sempre, de grande valia. Em 2005, a pesquisa realizada em novembro contou com um índice de retorno superior a 50%, o que demonstra o alto nível de envolvimento dos clientes e a consistência dos resultados.
 
A pesquisa quantitativa adotada há três anos, baseada na escala Servqual, possui 12 características avaliadas pelos clientes como relevantes no levantamento realizado em 2003. Na performance global, o nível é de 90% de satisfação, superando em dois pontos percentuais a avaliação do ano anterior.

O gráfico 1 apresenta a classificação das características dos serviços em uma escala relativa – abaixo do ideal, ideal e acima do ideal -, ordenada conforme o nível de importância para os participantes.

Embora todos os pontos avaliados sejam notoriamente relevantes, nas duas pesquisas anteriores estavam, entre os mais importantes, os relacionados ao propósito do serviço (contribuição para a melhoria técnica do laboratório) e à capacidade (competência e experiência) da ControlLab em prover o serviço. Este ano, parece já não haver preocupação neste sentido, e os clientes se voltaram para questões funcionais, elegendo entre os mais importantes: (a) clareza/facilidade de entendimento das instruções/relatórios, (b) adequação da embalagem e (c) questionários/casos para educação.

O item Atualização dos serviços e inovações se mantém como requisito essencial, e o Sistema online, que desde seu lançamento se manteve no topo da lista, já não é mais citado, aparentando ter sido totalmente absorvido pelos usuários, com facilidade de uso.

O gráfico 2 apresenta a avaliação qualitativa dos clientes quanto à razão de escolher a ControlLab. Cerca de 62% apontaram mais de uma razão e 4% ainda citaram pioneirismo, atualização constante, comprometimento e atenção ao cliente, dentre outras.

O Qualifique teve a sua primeira avaliação, conforme apresentado no gráfico 3, com quatro características básicas e nível de satisfação de 91%.

Foram recebidos 76 comentários de 54 participantes. Dentre estes:
– 19 (25%) questionamentos sobre amostras-controle, volume de material para algumas técnicas e condições de transporte.
– 16 (21%) sugestões como: informações técnicas, maior auxílio na análise de causas, temas para cursos e diversificação do menu de ensaios e opções de participação.
– 13 (17%) dúvidas, reclamações e sugestões sobre questionários.
– 10 (13%) elogios e mensagens de satisfação.
– 3 (4%) solicitações de aumento do prazo para envio de resultados.
– 3 (4%) discussões sobre avaliações e critérios.
– 3 (4%) dúvidas sobre o Sistema online.

Os questionamentos e reclamações foram analisados individualmente, e os participantes contatados para melhor detalhamento das respostas que, posteriormente, contribuirão para definição de ações de melhoria.

 

Realizações 2005

Foi um ano de muitas novidades e lançamentos, muitos deles diretamente relacionados às sugestões e críticas recebidas na pesquisa anterior ou diretamente à ControlLab.
A seguir, listamos as realizações mais significativas.

Ampliação de serviços
– Lançamento de 37 ensaios em Proficiência Clínica para bioquímica, marcador cardíaco, marcador tumoral, perfil lipídico, proteínas específicas, reticulócitos, parasitologia e suor.
– Lançamento de Controle Interno para coagulação e marcadores tumorais.
– Inclusão de 7 ensaios gratuitos nos módulos do ensaio de proficiência: Urinálise – Magnésio; Bioquímica – Ácido fólico, Amônia, CO2 e Colinesterase; Marcadores Tumorais – PSA livre e complexado.

Novos serviços
– Lançamento de Ensaio de Proficiência Veterinário, abrangendo bacteriologia, bioquímica, hematologia, parasitologia e urinálise.
– Lançamento de Ensaio de Proficiência Especializado para Triagem Neonatal e Líquor.
– Lançamento do Programa de Indicadores Setoriais para Laboratórios Clínicos, em parceria com a SBPC/ML.
– Lançamento do Programa Educativo FAN HEp2 em parceria com a Universidade Católica de Goiás.

Parcerias
– Renovação e ampliação da parceria com a SBPC/ML – Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial.
– Parceria com a SBHH – Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia para o desenvolvimento de ensaios de proficiência, controles internos etc.

Reconhecimentos e Prêmios
– Prêmio ABERJE 2005 de melhor boletim externo do Rio de Janeiro para o Qualifique, informativo da ControlLab destinado a seus clientes.
– Reconhecimento do CAP – College of American Pathologists – como provedor de ensaio de proficiência alternativo para hemoglobina glicada e citometria de fluxo.
– Reavaliação e manutenção da Certificação ISO9001, Habilitação ANVISA/REBLAS e Acreditação Inmetro/RBC.

Infra-estrutura
– Investimento no setor de estatística, com ampliação da equipe e criação de uma assessoria para desenvolvimento de estudos, visando ao aprimoramento dos serviços.
– Ampliação da equipe de Tecnologia da Informação.

Diferenciais e Melhorias
– Desenvolvimento e disponibilização gratuita para os clientes da Coletânea de Casos em Micologia, do professor Jefferson Carvalhaes de Oliveira, que apresenta mais de 600 questões ilustradas com imagens reais de casos.
– Elaboração e disponibilização do Diário de Proficiência, para ajudar o laboratório a organizar a análise e o acompanhamento de resultados do ensaio de proficiência.
– Remodelação do site da ControlLab, com ampliação de conteúdo, melhoria de navegação e uma versão em espanhol.
– Novo layout do Qualifique e lançamento do site para leitura online do boletim.
– Inovações no reporte de dados e resultados em bacteriologia e espectrofotômetro.

A globalização

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PRM 0009

Acreditação Cgcre/Inmetro - Produtor de Material de Referência Certificado

A Controllab é acreditada como Produtor de Material de Referência Certificado (MRC) desde 2016 pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE), do Inmetro, sob o n.º PMR 0009. A avaliação dessa conformidade é realizada conforme os requisitos estabelecidos nas normas ABNT NBR ISO 17034 e Inmetro, garantindo assim a competência para a produção dos MRC, conforme Escopo de Acreditação.

Esta acreditação atesta a competência técnica da Controllab em produzir MRC, conforme requisitos internacionais e a habilita para ser reconhecida em outros países, conforme acordos de reconhecimento mútuo, estreitando as barreiras técnicas entre o Brasil e os outros países dos Continentes.